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22 de maio de 2018
Gaúchos Empreendedores
Gaúchos Empreendedores
“Empreendedor, é um inconformado que ao invés de reclamar, parte para a ação.”; não encontrei o autor da frase, mas penso que ela diz bem sobre o nosso universo empreendedor, incluindo a equipe da Consolides, nossos clientes e parceiros. E por estar em meio a este universo de várias forma, fui convidada a falar do assunto na Semana Acadêmica da Ahanguera Passo Fundo. E já que o assunto rendeu, divido aqui um pouco dos dados encontrados. * 1 a cada 4 gaúchos está envolvido na criação ou gestão de um negócio próprio. No Rio Grande do Sul, os empreendedores representam: * 26% da população de 18 a 64 anos, correspondendo a mais de 1,9 milhão de pessoas. *12,4% taxa de empreendedorismo inicial, que marca os novos negócios com até 3,5 anos de atividade * 13,7% taxa de empreendedorismo estabelecido Para cada 1 negócio criado por necessidade foram estruturados dois 2 por oportunidade no estado; 34 anos é faixa etária dos empreendedores gaúchos, tendo estes uma renda de no máximo três salários mínimos. No quesito escolaridade, o levantamento demonstra que 25,8% do total dos empreendedores gaúchos possui apenas ensino fundamental ou ensino médio incompleto; e apesar da pouca escolaridade, 47% dos entrevistados afirma ter conhecimento, habilidade e experiência para iniciar um novo negócio. Ter o próprio negócio é o 4ª maior sonho do gaúcho (19,4%), de acordo com a GEM, superando “Ter um diploma de ensino superior” (17,8%) e “Fazer carreira em uma empresa” (14,9%). Não tá morto quem peleia! Gaúcho é faca na bota mesmo! Para mais de 50% dos entrevistados, o medo de fracasso não é impeditivo para iniciar um negócio, e mais de 40% se sente apto para empreender. O setor de serviço com atividades orientadas ao consumidor final é o que concentra a maior parte da atuação dos empreendedores gaúchos. A grande maioria trabalha sozinho. Dados extraídos do relatório da pesquisa do GEM – Monitor Global do Empreendedorismo, realizada pela primeira vez no Rio Grande do Sul . Adaptação: Roberta Monteiro
04 de maio de 2018
Rótulos de Alimentos - Novas Mudanças a caminho
Rótulos de Alimentos - Novas Mudanças a caminho
Ler o rótulo dos alimentos não é coisa de amador. “Ele tem formato não muito atrativo, que exige esforço do consumidor, conhecimento nutricional e tempo para ser entendido”, avalia a nutricionista Rosane Nascimento, assessora institucional do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN). Mas, para a alegria dos profissionais de saúde, vem mudança por aí. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estuda propostas para um novo sistema de rotulagem. “Essa discussão é necessária e urgente”, ressalta Rosane, lembrando que o modelo atual é de 2003. Ora, se o consumidor não consegue interpretar os dados contidos na embalagem, fica difícil fazer escolhas conscientes e compatíveis com um estilo de vida mais saudável.De acordo com a endocrinologista Maria Edna de Melo, presidente da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), está claro que gordura, açúcar e sódio são nutrientes fortemente associados ao desenvolvimento de doenças crônicas. Só que, hoje, falta clareza para identificar os produtos ricos nessas substâncias – e que, por esse motivo, deveriam ser consumidos com moderação. Até o momento, a ANVISA recebeu três sugestões de rotulagem frontal – uma da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), outra do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a terceira da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia). Agora, ela pode escolher um modelo ou mesclar características de dois ou até dos três formatos propostos. O que surgir daí irá para uma consulta pública no site da agência e todos conseguirão opinar. As mudanças nas embalagens devem ser vistas em cerca de dois anos. o desejo é que o rótulo não seja punitivo e ajude as pessoas a manterem uma dieta saudável. E na sua opinião, qual proposta atende melhor às necessidades de nós, consumidores? Não custa pensar nisso, afinal, logo mais a ANVISA vai abrir a possibilidade de darmos palpite também. Fonte: Revista Saúde é Vital/Editora Abril