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02 de julho de 2019
Registre antes que alguém registre!
Registre antes que alguém registre!
Está sendo bem sucedido o projeto de melhorias no INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, implementado nos últimos três anos, com o apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), e que teve entre as principais ações, a capacitação de cerca de 200 novos examinadores que ingressaram em 2017; a revisão de procedimentos internos com automação do fluxo de exame e do controle de prazos e pagamentos em marcas; o fortalecimento das unidades regionais como polos de exame; a adoção de sistemas de trabalhos remotos e também o aprimoramento das instâncias decisórias da diretoria, com a publicação do regulamento do Comitê Permanente de Aprimoramento dos Procedimentos e Diretrizes e Exame (CPAPD) e o funcionamento do Comitê de Orientação sobre Procedimentos do Exame de Marcas, Desenhos Industriais e Indicações Geográficas (COPEX). Como resultados mais perceptíveis ao usuários, temos o aumento da produção técnica do INPI, ou seja, as avaliações e pareceres e concessões de pedidos de registro de marcas, patentes e desenhos industriais; para os pedidos de registro de marcas, o tempo médio de exame, teve uma significativa redução para menos da metade do que era observado no final de 2017, ou seja, a média de três anos de tempo de exame foi reduzida para menos de um ano, ficando em torno de dez meses. Redução expressiva também no período de exames dos pedidos com oposição, de mais de 5 anos para 1 ano em média. Estas melhorias se devem ao fato da adesão brasileira ao Protocolo de Madri, um tratado internacional que visa simplificar e reduzir custos dos procedimentos para registro de uma marca. Fonte: inpi.gov.br
21 de junho de 2019
Fispal 2019 - um cardápio de oportunidades!
Fispal 2019 - um cardápio de oportunidades!
Máquinas e equipamentos que geram agilidade, padronização e eficiências dos processos; se o déficit de mão de obra é um grande gargalo para os negócios da área de alimentação, o setor de tecnologia está super atento a suprir esta necessidade e todos os segmentos de alimentação possuem possibilidades de automatização para boa parte de seus processos, o que gera grande autonomia aos negócios. A tecnologia também é uma grande aliada no atendimento ao cliente apresentando deste cardápios digitais, a toten para pedidos e robôs de atendimento; e como aqui no Brasil, estes “brinquedos” ainda são novidades, ao contrário do que alguns podem pensar, que isto é simplesmente a robotização de atendimento, estas ferramentas se bem trabalhadas, são experiências de autonomia, agilidade e relacionamento com o consumidor, no cardápio digital por exemplo, é possível sempre apresentar fotos dos pratos com alta qualidade, informações atualizadas e dicas de combinações conforme a disponibilidade do estoque do dia, é uma ferramenta de estimulo aos sentidos. E no assunto controle de qualidade a opção é por aplicativos de check-list que permitem a configuração de conferencias que precisam ser realizadas, a resolução de problemas do dia a dia, as chamadas não-conformidade e gestão de riscos, assim como é possível atualizar receitas e emitir relatórios de segurança alimentar, tudo rapidinho e sem papel! E as novidades seguem para na preparação com novos acessórios, novos ingredientes, novos processos de cozimento e ultra congelamento! A Fispal Food Service 2019 foi realmente um cardápio de aprendizado e conteúdo. E o que mais gostamos de ver foi a busca de todas as formas pela qualidade e padronização tanto nos processos, como nos produtos ofertados, na forma de atendimento até a entrega. E você !? Também quer qualidade e padronização no seu negócio, mudanças simples sem grandes tecnologias também possuem este resultado, quer saber como? Entre em contato.
07 de junho de 2019
Cocriação de marca com direito garantido!
Cocriação de marca com direito garantido!
Os negócios que possuem cocriação de uma marca, ou seja mais de um titular com direito legal de exploração comercial de uma determinada marca, ganharão facilidade e agilidade em relação ao pedido de registro da marca com direito compartilhado. O INPI informou oficialmente em 21 de maio, o início do período de 30 dias das consultas públicas acerca das minutas das Resoluções sobre registros de marca em regime de cotitularidade e sobre divisões de registros e pedidos de registro de marca, conforme publicação das Portarias INPI/DIRMA nº 03/2019 e nº 04/2019 na Revista da Propriedade Industrial (RPI) nº 2524. Dentre as disposições, temos: Art. 2º O regime de cotitularidade em registros de marca permite a anotação de mais de um titular ou requerente por registro ou pedido de registro de marca. Parágrafo único. Qualquer peticionamento relativo ao registro de marca em regime de cotitularidade se dará exclusivamente por meio eletrônico. Art. 4º Os requerentes de registros de marca em regime de cotitularidade devem exercer efetiva e licitamente atividade compatível com os produtos ou serviços reivindicados, de modo direto ou por meio de empresas que controlem direta ou indiretamente, devendo declarar esta condição no requerimento de registro. Art. 7º Os atos previstos na Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996, referentes a registros ou pedidos de registro de marca, deverão ser praticados conjuntamente por todos os cotitulares ou requerentes ou por procurador único, pessoa física ou jurídica, com poderes para representar todos e devidamente qualificado. Parágrafo único. Quando praticados pelos cotitulares ou requerentes, os atos deverão ser assinados por todos, ou por um destes com poderes para representar os demais. Os interessados em contribuir com a resolução, têm até o dia 20 de junho de 2019 para enviar as sugestões ao e-mail consultapublicamarcas@inpi.gov.br, exclusivamente por meio dos formulários próprios disponibilizados na página da consulta pública sobre marcas no Portal do INPI, onde também é possível acessar as minutas das Resoluções. http://www.inpi.gov.br/noticias/
30 de maio de 2019
Registro de Marca em Sistema Multiclasse
Registro de Marca em Sistema Multiclasse
Foi publicada a Resolução sobre o registro de marca em sistema multiclasse, conforme publicação da Portaria INPI/DIRMA nº 02/2019 na Revista da Propriedade Industrial (RPI) nº 2523 que dispõe: • Art. 1º Disciplinar o registro de marca em sistema multiclasse. • Art. 2º O pedido de registro de marca em sistema multiclasse, nos termos da presente Resolução, permite a especificação de produtos ou serviços relativos a mais de uma classe. • Art. 3º Em pedidos de registro de marca em sistema multiclasse, a registrabilidade do sinal marcário será analisada separadamente em cada classe internacional de Nice. • Art. 4º O exame do pedido de registro de marca em sistema multiclasse poderá resultar em: I – Deferimento, quando o sinal marcário não incorrer em proibição legal em nenhuma classe; II – Indeferimento, quando o sinal marcário incorrer em proibição legal em todas as classes; III – Deferimento parcial, quando o sinal marcário incorrer em proibição legal em parte das classes ou quando houver restrição na especificação de produtos e serviços. Parágrafo único. Existindo anterioridade ainda não decidida em caráter definitivo relativa a uma ou mais classes, o exame do pedido de registro de marca será sobrestado . Isto quer dizer que será possível abrir um único processo para o Pedido de Registro de uma Marca, abordando todas as classes de atividades do negócio, mantendo uma análise individual de concessão de marca por classe. No meu ponto de vista, o primeiro ganho esperado é em relação a regularidade e a agilidades de análises dos processos, espera-se, que o pedido completo de todas as classes, seja analisado por um único examinador, sem que aja diferença de interpretação de pedidos de uma mesma marca; porém conforme o artigo 4º no caso de existir anterioridade todas as classes ficarão sob análise; sendo então fundamental haver uma boa análise da pesquisa de anterioridade sobre a viabilidade do melhor formato de pedido a ser protocolado. Em relação a parte financeira, ainda não há mudanças divulgadas sobre taxas diferenciadas para abertura de Pedidos de registro de marca em sistema multiclasse, para a finalização do pedido, após o deferimento, já sabe-se que continuarão os mesmos valores individuais por classe. Esta mudança está sob consulta pública até o dia 13 de junho para participação da sociedade via e-mail exclusivamente por meio de um formulário próprio disponibilizado pelo órgão, no site: http://www.inpi.gov.br/registro-de-marca-em-sistema-multiclasse - Autora: Roberta Monteiro - Consultora em Registro de Marcas.
02 de maio de 2019
Consultoria, assessoria ou treinamento?
Consultoria, assessoria ou treinamento?
No serviço de consultoria, temos um profissional com conhecimento e experiência sobre um determinado assunto, que vai guiar o empreendedor, ou a empresa, sobre o que deve ser feito para alcançar os resultados determinados. Isto engloba a identificação de oportunidades de melhoria, análise destas possibilidades, apresentação de soluções, formação de planos de ação, e acompanhamento de resultados para a implementação das mudanças. O termo consultoria vem de consultor que tem como definição aquele que responde a consultas; que dá pareceres, ou seja, que lhe diz o que fazer, desta forma, a consultoria lhe fornece o plano de como chegar de A até B. A assessoria, também parte do conhecimento e experiência de um profissional, tendo as mesmas premissas da consultoria, porém com um envolvimento operacional, atuando na execução do plano de ação, participando ativamente das mudanças promovidas. O termo vem de assessor, pessoa que tem como função profissional auxiliar, lhe ajudar a fazer, neste sentido, a assessoria participa da construção da ponte de como chegar de A até B. Treinamento, é o processo de transferir conhecimento de um determinado assunto, para que o outro seja capaz de desenvolver algo, tem o objetivo de tornar alguém apto para o desempenho de determinada tarefa ou função, ou de melhorar o desempenho dos treinados. Habitualmente envolvem temas específicos diretamente relacionados as atividades da empresa. Tanto na consultoria como na assessoria, será um processo de mudança na sua empresa, afinal você busca porque quer resolver ou melhorar algo. Então no momento da contratação, você precisa determinar o quanto você e sua equipe estão aptos para executar o plano, e o quanto você precisa que o profissional se envolva, para que você não contrate uma consultoria, esperando por uma assessoria, e neste caso não terá suas expectativas atendidas, no caso contrário, de receber assessoria em vez de consultoria, é pouco provável que você não goste!
21 de fevereiro de 2019
Qualidade no seu negócio
Qualidade no seu negócio
Qualidade, como é habitual da nossa língua portuguesa, procede do latim, “qualitate”, tendo como base a pergunta "qual?". Em relação a conceitos de gestão, pela Norma ISO 9000:2015, qualidade é o grau em que um conjunto de características inerentes de um objeto satisfaz requisitos, existindo várias classes de características (físicas, sensoriais ergonômicas e outras) e no que se refere a requisito é a necessidade ou expectativa. Também é apropriada a definição do dicionário on-line michaelis.uol: Traço positivo inerente que faz alguém ou algo se sobressair em relação aos demais. No universo empreendedor, a qualidade tem que ser percebida como um termo subjetivo com um conceito multidimensional, pois possui variações de definição de acordo com o nível de conhecimento, experiências e expectativas do público consumidor, uma das falhas mais corriqueiras é pensar na qualidade pelo ponto de vista apenas do dono do negócio. E você e sua equipe, conhecem bem as definições de qualidade de seus clientes? Existem formas de conhecer e registrar estas definições de qualidade dos produtos e/ou serviços para que realmente seu cliente esteja feliz com o que recebe? Roberta Monteiro - Consultora em gestão da qualidade
22 de maio de 2018
Gaúchos Empreendedores
Gaúchos Empreendedores
“Empreendedor, é um inconformado que ao invés de reclamar, parte para a ação.”; não encontrei o autor da frase, mas penso que ela diz bem sobre o nosso universo empreendedor, incluindo a equipe da Consolides, nossos clientes e parceiros. E por estar em meio a este universo de várias forma, fui convidada a falar do assunto na Semana Acadêmica da Ahanguera Passo Fundo. E já que o assunto rendeu, divido aqui um pouco dos dados encontrados. * 1 a cada 4 gaúchos está envolvido na criação ou gestão de um negócio próprio. No Rio Grande do Sul, os empreendedores representam: * 26% da população de 18 a 64 anos, correspondendo a mais de 1,9 milhão de pessoas. *12,4% taxa de empreendedorismo inicial, que marca os novos negócios com até 3,5 anos de atividade * 13,7% taxa de empreendedorismo estabelecido Para cada 1 negócio criado por necessidade foram estruturados dois 2 por oportunidade no estado; 34 anos é faixa etária dos empreendedores gaúchos, tendo estes uma renda de no máximo três salários mínimos. No quesito escolaridade, o levantamento demonstra que 25,8% do total dos empreendedores gaúchos possui apenas ensino fundamental ou ensino médio incompleto; e apesar da pouca escolaridade, 47% dos entrevistados afirma ter conhecimento, habilidade e experiência para iniciar um novo negócio. Ter o próprio negócio é o 4ª maior sonho do gaúcho (19,4%), de acordo com a GEM, superando “Ter um diploma de ensino superior” (17,8%) e “Fazer carreira em uma empresa” (14,9%). Não tá morto quem peleia! Gaúcho é faca na bota mesmo! Para mais de 50% dos entrevistados, o medo de fracasso não é impeditivo para iniciar um negócio, e mais de 40% se sente apto para empreender. O setor de serviço com atividades orientadas ao consumidor final é o que concentra a maior parte da atuação dos empreendedores gaúchos. A grande maioria trabalha sozinho. Dados extraídos do relatório da pesquisa do GEM – Monitor Global do Empreendedorismo, realizada pela primeira vez no Rio Grande do Sul . Adaptação: Roberta Monteiro
04 de maio de 2018
Rótulos de Alimentos - Novas Mudanças a caminho
Rótulos de Alimentos - Novas Mudanças a caminho
Ler o rótulo dos alimentos não é coisa de amador. “Ele tem formato não muito atrativo, que exige esforço do consumidor, conhecimento nutricional e tempo para ser entendido”, avalia a nutricionista Rosane Nascimento, assessora institucional do Conselho Federal de Nutricionistas (CFN). Mas, para a alegria dos profissionais de saúde, vem mudança por aí. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estuda propostas para um novo sistema de rotulagem. “Essa discussão é necessária e urgente”, ressalta Rosane, lembrando que o modelo atual é de 2003. Ora, se o consumidor não consegue interpretar os dados contidos na embalagem, fica difícil fazer escolhas conscientes e compatíveis com um estilo de vida mais saudável.De acordo com a endocrinologista Maria Edna de Melo, presidente da Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), está claro que gordura, açúcar e sódio são nutrientes fortemente associados ao desenvolvimento de doenças crônicas. Só que, hoje, falta clareza para identificar os produtos ricos nessas substâncias – e que, por esse motivo, deveriam ser consumidos com moderação. Até o momento, a ANVISA recebeu três sugestões de rotulagem frontal – uma da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran), outra do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a terceira da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia). Agora, ela pode escolher um modelo ou mesclar características de dois ou até dos três formatos propostos. O que surgir daí irá para uma consulta pública no site da agência e todos conseguirão opinar. As mudanças nas embalagens devem ser vistas em cerca de dois anos. o desejo é que o rótulo não seja punitivo e ajude as pessoas a manterem uma dieta saudável. E na sua opinião, qual proposta atende melhor às necessidades de nós, consumidores? Não custa pensar nisso, afinal, logo mais a ANVISA vai abrir a possibilidade de darmos palpite também. Fonte: Revista Saúde é Vital/Editora Abril
06 de dezembro de 2017
Viabilidade de marca, você sabe a Importância?
Viabilidade de marca, você sabe a Importância?
Apesar do difícil momento econômico, o número de empresas ativas no Brasil continua crescendo, estando atualmente na casa dos 18 milhões; um dos indicadores deste crescimento é que uma das razões de empreender no pais é por falta de emprego, ou baixa remuneração nas vagas disponíveis. Um dos resultados deste fator é o aumento de pedidos de registro de marcas depositados diariamente junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI, órgão responsável pelo exame de pedidos de marcas e patentes no Brasil, em 2014 foram realizados 157.016 pedidos de marcas, em 2015 foram 158.709, subindo para 166.368 em 2016. Com o aumento da demanda, o tempo de espera para julgamento dos pedidos também aumenta, tendo em vista que a capacidade técnica do INPI não majorou na mesma velocidade. Hoje o prazo estimado é de três anos em média para pedidos sem ocorrências (oposição por terceiros ou a formulação de exigências do órgão), podendo se estender para quatro ou cinco anos se houver ocorrência. Evidentemente o desenvolvimento e expansão dos negócios, não pode esperar todo esse prazo, o que leva muitos empresários a realizar um forte investimento na criação e divulgação da marca muito antes de saber se a pretendida será registrada. Porém é muito importante ter consciência de que se o pedido de registro for considerado inferido, ou seja, negado, todo o investimento no pedido de registro, no desenvolvimento e divulgação da marca, pode ser perdido ou, em algumas circunstâncias, ainda pior, resultar em benefícios diretos ao concorrente. Mas, esta situação pode ser evitada ou minimizada por meio de um estudo prévio de viabilidade da marca, considerando as estratégias de médio prazo do empresário; antes que se faça o depósito ou de qualquer investimento, o qual consiste em um mapeamento das marcas idênticas ou semelhantes já registradas ou depositadas no INPI a fim de prever um eventual impedimento do registro da marca pretendida. A falta deste estudo prévio correto, ocasiona uma situação, infelizmente comum, que é a dificuldade de expansão de marcas, mesmo conhecidas pelo mercado consumidor, devido a um estudo inicial restrito às necessidades de curto prazo, o que pode resultar no deferimento da marca para uma atividade e o seu indeferimento para outras que podem ser consideradas estratégicas. Para um sinal se tornar uma marca e receber a proteção prevista na Lei da Propriedade Industrial, é necessário que preencha os seguintes requisitos: (i) novidade relativa (a marca pretendida para a identificação do produto ou serviço necessita ser nova – ainda que relativamente - para diferenciar-se dos seus concorrentes); (ii) distintividade (exige-se que seja possível a individualização da marca em relação a outros do mesmo gênero ou espécie); (iii) não possuir colidência com marcas notórias, as quais recebem proteção especial no ordenamento jurídico; e (iv) não haver impedimento legal para o seu registro. Sendo assim, é de suma importância que este assunto seja tratado com seriedade e relevância dentro dos negócios, tendo um estudo prévio para esclarecimento de todas as dúvidas, e este trabalho deve ser realizado por alguém com conhecimento profundo do assunto, pois economizar neste momento, pode resultar em sérios dissabores no futuro e prejuízos para o bolso. E isto se aplica para o fato do empreendedor ter a intenção de registrar uma marca ou simplesmente de usar a mesma, pois, mesmo sem ter conhecimento, se uma marca já estiver registrada o empreendedor estará cometendo o crime contra registro de marca de acordo com o Artigo 189 da Lei P.I 9.279. Fonte: Maxpress
08 de novembro de 2017
A sua marca se comunica com eu cliente?
A sua marca se comunica com eu cliente?
Entender a linguagem do cliente para estreitar relacionamentos, é algo vital para uma marca, nós empresas, precisamos constantemente adaptar a nossa apresentação no mercado, conforme nossos clientes querem nos ver. Com este pensamento a empresa de Meleiro, de Santa Catarina, investiu em uma revitalização da imagem da marca utilizando uma nova linguagem visual com layout mais moderno pelo uso da janela superior para visualização do produto. A marca Célia, ganhou um rosto, feminino como o próprio nome, e remetendo ao conceito de nutrição, muito em alta nos dias de hoje, As linhas de produtos também ganharam diferenciação de cores, padrão e textura uma da outra; sem abrir mão da associação as tradições passadas remetem a azulejos das antigas cozinhas coloniais; a imagem que representa o aconchego familiar, à comida caseira da mãe, é a é a colher de pau, que busca as lembranças dos cuidados recebidos na infância criando uma ligação afetiva com a marca. E a sua marca, está transmitindo tudo aquilo que precisa para seu cliente?
11 de outubro de 2017
Desenvolvimento local
Desenvolvimento local
Empresários de vários segmentos participaram, na noite do dia 10 de outubro, na sede da Acisa Passo Fundo, da palestra de sensibilização para desenvolver Núcleos Empresariais do Programa Empreender, que baseado nos princípios da cooperação e do associativismo, propõe a organização dos pequenos negócios em Núcleos Setoriais, que são uma forma de organização associativa informal, em que por meio do compartilhamento de experiências e forças coordenadas, é possível aumentar a competitividade das empresas. Juntos os empresários podem debater e tomar decisões para resolver problemas comuns, ampliar mercados, desenvolver novos produtos e serviços, reduzir custos de aquisição de insumos, máquinas e equipamentos, sendo capazes de aumentar sua eficiência econômica e agregar valor aos seus negócios fazendo parte do seu planejamento e atuação permanente junto à comunidade empresarial. Este programa é uma iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), em parceria com o Sebrae, e realizado no Estado por meio da Federação das Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul (Federasul) e das associação comerciais e industriais de cada cidade; no caso de Passo Fundo, a Associação Comercial, Industrial, de Serviços e Agronegócio (Acisa). A Consolides se faz presente neste importante Programa, com da participação da sócia consultora, Roberta Monteiro, que irá coordenar os trabalhos do programa em Passo Fundo, através de reuniões quinzenais e mensais, na sede da Acisa, reunindo os empresários nucleados. A participação no programa não tem custo aos empresários e os trabalhos devem iniciar ainda neste mês de outubro. Os empresários que não participaram do encontro, mas que têm interesse de fazer parte do programa podem entrar em contato com a Acisa pelo telefone (54) 3311-1300 ou e-mail secretaria@acisa.org.br ou atendimento@consolides.com.br.
07 de junho de 2017
Por que registrar sua marca?
Por que registrar sua marca?
O primeiro motivo é bem evidente: imagine que você está fazendo um trabalho excelente, comece a ter destaque no mercado, mas ainda não fez o registro. O que impedirá que seus concorrentes comecem a imitar e reproduzir a sua marca? Nada! Ou seja, para começar, fazer esse registro é uma proteção, que vai impedir que algum adversário desvie sua clientela e mine os seus lucros. Ao fazer isso, você tem garantias contra o uso indevido, resguardando seu empreendimento da concorrência desleal e de atos de má fé realizados por terceiros. É um respaldo legal que agrega valor para sua empresa e dá mais segurança para atuar no mercado, além de viabilizar transações comerciais onde sua marca é objeto de negociação. Como se não bastasse, a marca é um elemento publicitário de alto poder de captação de consumidores e de identificação com seu público-alvo. Ela é a vitrine do seu negócio e ajuda na construção e manutenção da sua imagem, consolidando sua fatia na sua área de atuação. Hoje, ter uma marca registrada é um dos maiores patrimônios de qualquer corporação e, certamente, pode ser muito mais valioso do que você pensava.
03 de maio de 2017
Regionalizar a Sua Marca - Já Pensou !?
Regionalizar a Sua Marca - Já Pensou !?
Regionalizar a Sua Marca - Já Pensou !? Com a globalização que vivemos hoje, onde não há mais fronteiras para a comunicação, a regionalização de uma marca pode ser uma forte estratégia de venda, desde que certos detalhes sejam percebidos e trabalhados pelo empreendedor. O primeiro ponto é entender quanto o seu produto ou serviço pode ser regionalizados e qual a intensidade desta ação, pois você pode trabalhar uma região do pais, por exemplo a região Sul, que compreende os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul; você pode trabalhar o estado do Rio Grande do Sul, ou ainda você pode se deter ao norte do Rio Grande do Sul. A definição de “fronteira” é fundamental para a formação das estratégias, pois de acordo com as regiões os hábitos, as preferências, as tendências, as culturas mudam; e desta forma a marca precisa estar atenta a detalhes fundamentais que podem fazer uma grande diferença. A empresa Houston Bike, sediada em Teresina, no Piauí, também atua no sul do país, vende bicicletas com preços variado que atende deste a uma necessidade básica de bicicleta a preços populares a modelos de maior valor com mais tecnologia, para atender aos variados perfis de consumidores. O regionalismo da marca aparece desde o desenvolvimento dos produtos, no nordeste, por exemplo, são vendidas bicicletas nas cores verde e violeta, o que não acontece no sul. A regionalização das marcas é uma estratégia tão relevante que empresas como a Nestlé, também buscam falar a língua do consumidor local para não perder espaço para as marcas que já têm em sua essência a mesma origem que seu cliente. No nordeste, por exemplo a Nestlé marca presença todo ano do São João de Caruaru, no Arraial de Sabores Nestlé, a marca trabalha uma estratégia no ponto-de-venda que direciona o consumidor para as festas, e lança ainda produtos específicos para esta região. Regionalizar é entender a essência do consumidor, sem estereotipar, e transmiti-la através das ações de marketing criando uma ligação emocional com seu público, e ao mesmo tempo mantendo a personalidade original da sua marca; e desta forma construindo um forte elemento de diferenciação. E a sua marca como está posicionada?
19 de abril de 2017
Startups tem direitos de propriedade industrial
Startups tem direitos de propriedade industrial
O aumento da relevante contribuição dada pelas Startups para o desenvolvimento tecnológico no Brasil é inegável. Para proteger o conteúdo inovador desenvolvido por elas, no entanto, é fundamental haver uma orientação clara do uso das ferramentas de propriedade intelectual (PI). As Startups podem se beneficiar de inúmeros direitos de propriedade industrial, assegurando a exclusividade de uso e exploração das suas criações e, assim, evitar que terceiros se beneficiem indevidamente dos esforços intelectuais e financeiros dispendidos pelos inventores. Por exemplo, para efetuar pedidos de proteção de suas invenções e/ou desenvolvimentos, há taxas mais amenas tanto para microempresas, como para microempreendedores individuais e até para empresas de pequeno porte. Os pedidos de patente também podem ser depositados em nome de pessoas físicas, desde que as mesmas não tenham participação societária em empresas do ramo do objeto a ser protegido, também se beneficiando da redução de taxas. Outra informação relevante é que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) provê assessoria para a elaboração de contratos de transferência de tecnologia, que tendem a ser muito utilizados pelas startups em suas negociações com empresas privadas e investidores em geral. Antes de iniciar qualquer reunião de apresentação de seus produtos ou invenções para prestadores de serviços, fornecedores e/ou possíveis investidores, os dirigentes de startups devem estar sempre munidos de um Documento de Confidencialidade, também denominado NDA ou non-disclosure agreement, que serve tanto para alertar os negociantes sobre a proibição de divulgação da tecnologia em questão, quanto para uso comprobatório da efetiva discussão do assunto em eventual caso de litígio. Também é importante ter em mente que, segundo a Lei da Propriedade Industrial 9279/96 (LPI), os contratos de transferência de tecnologia de pedidos de patentes – que obrigatoriamente devem ser averbados pelo INPI – não permitem prever o fornecimento de royalties antes da concessão da patente, o quer pode levar anos para ocorrer. Por outro lado, os contratos bilaterais de transferência de know-how podem ser livremente estabelecidos entre as partes, sem necessidade de interferência/averbação do INPI e são independentes do estágio de processamento pelo órgão. Além das boas práticas indicadas acima, é importante ressaltar que o INPI oferece regularmente cursos gratuitos, que podem ser feitos de forma presencial ou à distância, com conteúdos que vão desde os conceitos básicos de propriedade industrial até o uso da PI como ferramenta estratégica para os negócios. Tais cursos são promovidos pela Academia de Propriedade Intelectual do Instituto e/ou pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Apenas com a disseminação dos conceitos e meios de utilização das ferramentas de PI será possível ao Brasil alcançar patamares mais elevados em volume e aproveitamento das invenções originadas localmente. E as Startups têm um papel crucial nessa empreitada devendo, portanto, se apropriar dos conhecimentos disponíveis e fazer uso das vantagens a elas cabíveis. Fonte: corporate.canaltech.com.br
11 de abril de 2017
A Importância de Proteger o Conhecimento
A Importância de Proteger o Conhecimento
A inovação afirmou-se, assim, como a conversão de conhecimento, seja de base tecnológica ou não, em bens e serviços diferenciados com interesse para o mercado. Neste contexto, a capacidade de produzir e aplicar conhecimento avançado tornou-se o principal fator de desenvolvimento do século XXI. Assim chegamos ao conceito de sociedade do conhecimento. Conceito esse que se refere a uma organização social onde o conhecimento é o elemento nevrálgico da criação de riqueza, emprego e bem-estar para os cidadãos. O advento da sociedade do conhecimento decorreu de um desenvolvimento da ciência e da tecnologia sem precedentes e de uma intensificação do cruzamento entre a aplicação de saberes e o tecido produtivo. Na economia pré-globalização, os principais fatores críticos de competitividade eram o capital, a mão-de-obra, as matérias-primas, as infraestruturas e os equipamentos. Ora tudo isto tem um valor tangível sendo, por isso, mais suscetível de proteção legal. Já na economia globalizada, o conhecimento tornou-se num ou mesmo no principal fator de competitividade. Acontece que, tendo o conhecimento um valor intangível, há que definir direitos de propriedade intelectual que salvaguardem o potencial econômico das invenções, descobertas científicas, criações artísticas, desenhos industriais, marcas comerciais e tudo o mais que nasce do talento humano. O rápido desenvolvimento científico e tecnológico, a intensidade da inovação no processo produtivo, a importância da criatividade como fator diferenciador de bens e serviços, a redução do ciclo de vida dos produtos, os elevados custos das atividades de I&D+i, os riscos implícitos no investimento tecnológico e a forte especialização do capital humano vieram sublinhar a necessidade de proteger a propriedade intelectual enquanto mecanismo de garantia de direitos econômicos, de salvaguarda da autoria inventiva, de estímulo ao empreendedorismo e de reforço da competitividade empresarial. O processo de criação de empresas é cada vez mais baseado no conhecimento especializado, sendo determinante para a implementação de novos modelos de negócio, o desenvolvimento de produtos diferenciados e a aplicação de tecnologias sofisticadas. Torna-se, por isso, imperioso proteger da concorrência esse mesmo conhecimento, impedindo que terceiros utilizem, sem o devido consentimento, uma patente, marca, modelo ou desenho. Com esta espécie de “monopólio” legal sobre o conhecimento, os inovadores/empreendedores beneficiam de uma maior segurança quer na conversão de ideias de negócio em start-ups, quer depois na gestão da inovação, na criação de produtos, no desenvolvimento de tecnologias, na construção de marcas e em todos os outros investimentos que tenham de realizar no âmbito do seu projeto empresarial. Por outro lado, esses mesmos inovadores/empreendedores, ao tornarem-se titulares do direito de propriedade intelectual, passam a ter a possibilidade de transmitir ou conceder as respetivas licenças de exploração, rentabilizando o investimento realizado e reinvestindo o capital ganho na produção de mais conhecimento gerador de valor econômico. Conscientes da importância da propriedade intelectual para a valorização do conhecimento, as universidades portuguesas têm vindo a criar estruturas específicas para esse fim. Foi o caso da Universidade do Porto que, em 2004, criou a U.Porto Inovação, uma estrutura de apoio à cadeia de valor da inovação com o objetivo de promover a transferência de conhecimento e o reforço da ligação da comunidade acadêmica às empresas. Neste contexto, a U.Porto Inovação ajuda quem inova a proteger e a registar as suas invenções, contribuindo desse modo para que a universidade cumpra a sua missão de gerir e valorizar o conhecimento produzido no seu seio. Este é um papel fundamental das instituições do ensino superior. Com efeito, não compete às universidades apenas transmitir e produzir conhecimento mas também valorizá-lo social, econômica e culturalmente. E isto faz-se ajudando os inovadores/empreendedores a protegerem e gerirem melhor as suas invenções, dentro de uma lógica de competitividade baseada no conhecimento. Se assim não for, arriscamo-nos a que, num mundo cada vez mais globalizado, tudo o que o talento humano cria nos campi universitários seja objeto de apropriação indevida, cópia ou furto. Texto de Carlos Melo Brito - Pró-Reitor da Universidade do Porto para a Inovação e Empreendedorismo. Fonte Portal i9 magazine
21 de março de 2017
Acordo sobre patentes entre Anvisa e INPI
Acordo sobre patentes entre Anvisa e INPI
Após sete anos de impasse, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) chegaram a um acordo sobre as regras para a concessão de patentes de medicamentos. Uma portaria conjunta que será publicada nos próximos dias vai definir as atribuições de cada uma das entidades na avaliação dos pedidos. Mais do que o fim de uma queda de braço que não se resolveu nem mesmo com parecer da Advocacia-Geral da União, a solução abre caminho para tornar mais ágeis os processos e, com isso, o acesso a medicamentos genéricos no País. "A roda vai voltar a girar", afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo o diretor presidente da Anvisa, Jarbas Barbosa. A estimativa é que, em razão do conflito de entendimento, pelo menos 21 mil pedidos de patentes relacionados a medicamentos estejam acumulados no INPI e na Anvisa. Na avaliação de Barbosa, os reflexos desse atraso são incalculáveis. Enquanto o pedido de patente não é avaliado, empresas geralmente se comportam como se o produto estivesse protegido por esse direito. Os preços cobrados pelo medicamento são mais altos e, em virtude da falta de clareza sobre o que vai acontecer com o processo, outras empresas sentem-se desencorajadas a desenvolver versões semelhantes. Mas, mais do que isso, tal demora acaba prorrogando o início da contagem regressiva da patente, que se dá apenas na formalização da concessão desse direito. "Quanto mais a análise é prorrogada, mais tempo demora para outras empresas lançarem versões genéricas dos medicamentos", avaliou Barbosa. Na prática, há uma extensão da patente. Um estudo feito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro mostra o impacto dessa demora. A análise mostrou que, o Sistema Único de Saúde teve um prejuízo de R$ 2 bilhões com a extensão da patente de apenas sete medicamentos. A polêmica entre Anvisa e INPI teve como ponto de partida a anuência prévia, um mecanismo previsto em lei que permitiu à Anvisa opinar sobre os processos para concessão de patente de remédio, a chamada anuência prévia. O INPI considerou a mudança como uma espécie de "intervenção" em seu trabalho. Isso porque a avaliação da Anvisa era feita somente depois da avaliação do INPI. Por causa do conflito, uma quantidade considerável de processos ficou sem solução. O impasse se agravou em 2009, quando parecer da Procuradoria-Geral Federal limitou a atuação da Anvisa, determinando que à agência caberia apenas avaliar a segurança e eficácia do medicamento. A decisão foi duramente criticada por defensores da atuação da agência, que consideravam a análise da Anvisa mais criteriosa e mais exigente do que a do INPI. Um grupo de trabalho foi formado e, em 2012, um entendimento começou a ser delineado. Ficou determinada uma inversão no processo: a Anvisa passaria a analisar os pedidos antes do INPI. ?Essa solução, no entanto, nunca foi colocada em prática. Os problemas continuaram e os processos, avolumaram-se?, disse o diretor da Anvisa. O novo formato, aprovado ontem pela diretoria colegiada da Anvisa, determina que caberá à Anvisa a análise de dados relacionados à saúde e ao INPI, a avaliação de dados de patenteabilidade (inovação, atividade inventiva e utilidade industrial). Em temas considerados de fronteira, as regras serão definidas por meio de entendimentos criados por um grupo intersetorial, com representantes tanto da Anvisa quanto do INPI. Transparência. Barbosa acredita que o grupo de trabalho deverá ser permanente, por causa do volume de processos e da extensão dos pedidos. Ele compara o grupo a uma espécie de junção de "tribunais". "Eles vão se reunir e criar súmulas "vinculantes", entendimentos comuns que serão aplicados em todos os processos semelhantes." Depois de a Anvisa dar o parecer técnico, o caso é encaminhado para o INPI, a quem caberá ou não acatar a avaliação da Anvisa. Se o entendimento do INPI for contrário da Anvisa, ele prevalecerá. No entanto, o INPI terá de justificar a decisão. "Haverá mais transparência". Fonte: O Estado de S. Paulo.
18 de março de 2017
Registro de produtos de origem animal - MAPA
Registro de produtos de origem animal - MAPA
O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal – DIPOA/SDA/MAPA alterou a partir do dia 18/01/2017 o registro de produtos de origem animal, que passará a ser realizado em um sistema da PGA, Plataforma de Gestão Agropecuária, no módulo PGA/SIGSIF. Esta alteração abrangerá todos os registros de produtos de origem animal, seja de estabelecimento registrado (SIF), relacionado (ER) ou estrangeiro (EE) em conformidade com o disposto no Decreto n° 30.691, de 9 de março de 1952, alterado pelo Decreto n° 8.681, de 23 de fevereiro 2016. Todas as inclusões de solicitações de registros de produtos de origem animal no atual sistema, Serviço de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal - SIGSIF, e aquelas protocoladas em formulários em papel (no caso especificamente de ER), deverão ser suspensas a partir dessa data. As solicitações de registros de produtos regulamentados devem ser reprovadas pelo SIF ou pelo SIPOA/SISA/SIFISA e o estabelecimento deve ser orientado a proceder nova inserção na PGA/SIGSIF. As solicitações de registros de produtos padronizados, aqueles que requerem aprovação prévia pelo DIPOA, e que tenham sido inseridas no SIGSIF anteriormente à essa data, serão analisadas normalmente. Fonte: Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento - MAPA
16 de março de 2017
Nova fase de Programas para acelerar patentes
Nova fase de Programas para acelerar patentes
O INPI renovou os programas-piloto Patentes MPE e Prioridade BR, que estabelecem exame prioritário de patentes; no primeiro caso, o benefício é para micro e pequenas empresas, a segunda modalidade atende a casos em que o pedido foi depositado primeiro no Brasil e depois em outros países. O Projeto Piloto Patentes MPE tem a definição de beneficiários no art. 3º da Lei Complementar nº 123, de 14/12/2006, e tem duas finalidades. A primeira consiste em facilitar a inserção de produtos e serviços inovadores desenvolvidos pelas MEs e EPPs no mercado brasileiro. A segunda relaciona-se a mitigar os efeitos negativos do atraso do INPI na decisão de pedidos de patente para este nicho específico de depositantes. A fase I do Projeto iniciou em 23 de fevereiro de 2016 e foi encerrada 1 ano depois. Sendo assim, o INPI institui a fase II do Projeto por intermédio da Resolução INPI PR nº 181, de 21 de fevereiro de 2017, publicada na RPI 2408, de 01 de março de 2017. A resolução elaborada para esta fase do Projeto Piloto Patente MPE traz algumas modificações, destacando-se: 1- Requerimento exclusivamente por formulário eletrônico; 2- Exclusão de pedidos de patente examinados por divisões técnicas que apresentem número elevado de requerimentos de exame prioritário em relação a suas decisões, em especial da Engenharia Mecânica;3- Participação de até 150 pedidos de patentes. No Projeto Piloto Prioridade BR os pedidos de patente aptos a participar são todos aqueles de uma família de patentes iniciada no INPI. Ou seja, pedidos inicialmente depositados no INPI cuja proteção foi solicitada também em outro(s) escritório(s) de patente. Este Projeto tem três finalidades. Primeiro, ao efetuar o exame de pedidos de patente antecipadamente, o INPI fornece os resultados de busca e exame aos demais escritórios de patente, contribuindo para o compartilhamento de trabalhos. A segunda finalidade é de facilitar a inserção de produtos e serviços inovadores desenvolvidos pelas indústrias e instituições de ciência e tecnologia brasileiras no mercado global. A terceira relaciona-se a mitigar os efeitos negativos do atraso do INPI na decisão de pedidos de patente para este nicho específico de depositantes. A fase I do Projeto iniciou em 19 de janeiro de 2016, recebeu 129 requerimentos de participação e foi encerrada. Sendo assim, o INPI institui a fase II por intermédio da Resolução INPI/PR nº 180, de 21 de fevereiro de 2017, publicada na RPI 2408, de 01 de março de 2017. A resolução elaborada para esta fase do Projeto Piloto Prioridade BR traz algumas modificações, destacando-se: 1- A ampliação dos pedidos de patente possíveis de participar do projeto;2- Requerimento exclusivamente por formulário eletrônico; 3-Pagamento de retribuição específica através do código de serviço 277-2;4-Exclusão de pedidos de patente examinados por divisões técnicas que apresentem número elevado de requerimentos de exame prioritário em relação a suas decisões, em especial da Engenharia Mecânica; 5-Cumprimento das indicações apontadas nos "Relatórios de Exame Preliminar Internacional" elaborados pelo INPI ou a apresentação de relatório de busca e exame adicionais; 6- Avaliação de até 120 requerimentos de participação (independentes se aceitos ou não). Uma novidade nos projetos é que as solicitações deverão ser feitas online, por meio do sistema de peticionamento eletrônico no site do INPI. Para o Prioridade BR, já está disponível o código de serviço (277-2). O código do Patentes MPE continua sendo o 263. Fonte: INPI - Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
03 de março de 2017
Marca de Água Tônica Brasileira !
Marca de Água Tônica Brasileira !
A 202 foi desenvolvida pelo chef e dono de bar Marcos Lee para suprir a falta de produtos de qualidade no mercado nacional. A moda do gim tônica tomou conta da cidade e com ela vieram cartas exclusivas do drinque nos bares, com inúmeras opções de gim para escolher. Mas e a outra metade deste drinque de apenas dois ingredientes, a tônica, que diferença ela faz? Toda a diferença, dizem os especialistas, como o chef e dono do Bar., Marcos Lee, que criou e desenvolveu a nova marca de água tônica, a 202. O impulso para o negócio foi justamente a falta de variedade de marcas de águas tônicas disponíveis. Marcos resolveu ir atrás de ingredientes e fazer sua própria bebida que tem como base o quinino.Foram três anos de testes e burocracias até conseguir colocar a 202 no mercado. A receita combina o quinino, com toques cítricos e o floral da flor de sabugueiro. O resultado é uma água tônica mais amarga que as comerciais que encontramos por aqui. E é assim que deve ser a tônica do drinque, afirma Marcos. “O amargor da tônica é o responsável pela refrescância do drinque, e as marcas nacionais mascaram este amargor, prejudicando o resultado final do coquetel”, diz. A partir da próxima semana a 202 já poderá ser encontrada no seu Bar., e em pouco tempo as latinhas de 269 ml também poderão ser encontradas nas mãos de outros bartenders e mercados da cidade, como promete o produtor. A marca esta devidamente registrada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual - INPI. Fonte: Estadão
17 de fevereiro de 2017
Black Mirror?
Black Mirror?
Sony cria patente de lente de contato que grava vídeos !! Tecnologia semelhante mostrada no seriado britânico da Netflix pode se tornar realidade. Em “The Entire History of You”, terceiro e último episódio da primeira temporada de Netflix, os personagens conseguem registrar os acontecimentos que passam diante de seus olhos através de uma lente e as imagens ficam armazenadas em um grão colocado atrás de suas orelhas. Tudo é registrado e isso acaba gerando conflito de relacionamentos. O que parecia ser apenas tecnologia de ficção, pode ganhar a vida real. É que, segundo o portal Vírgula, a Sony criou uma patente de lentes de contato que gravam vídeos a partir do piscar de olhos, identificando ainda a intenção ou não do usuário em gravar. O dispositivo da Sony também deve armazenar dados dentro da lente, com sensores que ainda carregam a bateria da ferramenta. Fonte: Site Noticias ao Minuto
16 de fevereiro de 2017
5 maneiras de incentivar a inovação na sua equipe
5 maneiras de incentivar a inovação na sua equipe
Inovação tem se tornado chave para todos os problemas de negócios, carreiras e desenvolvimento e, se criarmos a cultura certa no trabalho, podemos encorajar todos a faze-la prosperar e tornar nossas aspirações de negócios realidade. James Caan é um dos recrutadores mais famosos da Europa, com conhecimento de causa tanto como gestor de pessoas (ele fundou diversas empresas) quanto como headhunter, figura especializada em buscar os mais altos executivos do mercado. Em um post recente no LinkedIn, ele compartilha o que aprendeu sobre a importância de inovação no local de trabalho e dá dicas de como faze-la florescer naturalmente no dia a dia profissional individual e da equipe. 1. Pessoas: Contratar pessoas talentosas é apenas o primeiro passo para cultivar um ambiente criativo e inovador. É importante levar em conta o processo de recrutamento e tão importante é dar um ambiente para que pessoas com este perfil possam desenvolver seu negócio, sem inibi-las. 2. Crie tempo para pensar de verdade e criar objetivos pessoais: Não é fácil encontrar o tempo ou o espaço mental para deixar a criatividade fluir e apenas pensar. No entanto, é importante fazer isso para que ideas inovadoras floresçam. Comece a reservar um pouco de tempo todo dia ou toda semana para deixar sua mente viajar ou fazer algo que o inspire – pode ser meditar ou dar uma volta, o que fizer sua mente relaxar. Crie o espaço que sua mente precisa para pensar criativamente e encoraje sua equipe a fazer o mesmo, saia de sua rotina e ambiente normal de trabalho. 3. Comunicação e colaboração: Use cada conversa que tiver como meios de utilizar seus recursos e contatos mais valiosos em ideias criativas. Um diálogo aberto e acolhedor ao redor da geração de ideias irá de fato motivar e engajar os funcionários. As pessoas com quem você trabalha – clientes, colegas e fornecedores – são seus recursos mais valiosos, então discuta ideias com elas. 4. Abrace o fracasso: Você precisa se dar espaço para fracassar porque isso inevitavelmente vai ocorrer em algum momento, e a verdade que o jeito mais rápido de matar a criatividade é instituir uma cultura corporativa que pune o fracasso. 5. Treinamento: é importante investir em seus funcionários e oferecer treinamentos na área para sua equipe. Se você quiser encorajar sua equipe inteira a pensar criativamente e ser inovadora em suas abordagens, isso precisa estar num plano detalhado de desenvolvimento. Fonte: James Caan, para LinkedIn, 25/01/2017.
15 de fevereiro de 2017
Governo pretende acelerar análise de patentes
Governo pretende acelerar análise de patentes
O ministro do Desenvolvimento, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, afirmou nesta sexta-feira (3) que o Brasil não pode mais perder capital intelectual para outros países. Para isso, acelerar a análise dos pedidos de marcas e patentes é prioridade para o governo, que tem como meta avançar em inovação para alcançar patamares internacionais. “O Brasil não pode mais perder capital intelectual para outros países”, disse o ministro. “Em relação às patentes, estamos avançando com bastante empenho para resolver problemas de atraso na análise de pedidos de marcas e patentes”, destacou. Pereira lembrou que desde que assumiu o comando do MDIC já deu posse a 140 novos pesquisadores de patentes e marcas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e que está trabalhando junto ao presidente da República, Michel Temer, para conseguir a convocação dos concursados que estão no cadastro de reserva. O ministro ressaltou ainda que assinou protocolos importantes na área de propriedade intelectual com a União Europeia (UE), a França, o Japão e a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi). “O objetivo é trocar informações para elevar nosso padrão”, disse. Durante cerimônia de inauguração da Usina Fibra Resist Celulose, em Lençóis Paulista (SP), Pereira pontuou que empresas como a Fibra Resist, com patente depositada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), precisam desse registro para avançar. Também destacou a atuação do Grupo CEM, que desenvolveu tecnologia inédita para iniciar as atividades da primeira indústria de celulose e fibra extraída da palha de cana-de-açúcar em processo frio no mundo. “Fiquei bastante surpreso e feliz de ver uma ideia como esta nascer e prosperar no Brasil, apesar das dificuldades que todos conhecemos. A Fibra Resist tem tudo para ser um marco mundial no aproveitamento da palha da cana-de-açúcar, que de problema passa a ser uma belíssima solução”, comentou. Fonte Agência ABIPTI, com informações do MDIC
13 de fevereiro de 2017
Sobe no INPI o nº de denúncias de boletos falsos
Sobe no INPI o nº de denúncias de boletos falsos
Segundo o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) em 2016, houve um aumento de 427% de denúncias de boletos falsos referentes a publicações e taxas indevidas de registro de marcas na comparação ao ano anterior. Em 2015, o órgão recebeu 94 denúncias, em 2016, pulou para 496. Diante dos números o INPI pretende firmar um acordo com a Polícia Federal ainda neste mês de fevereiro, visando a investigação destas empresas fraudulentas. Existe uma listagem no site do órgão com cerca de 90 nomes de empresas ‘fantasmas’; esta lista está em processo de atualização, segundo o próprio órgão; no site também é possível verificar exemplos destas falsas correspondências, que inclusive imitam a logomarca do instituto e chegam a cobrar valores como cobrar R$ 1.658 para publicação de registro de marca e R$ 387,50 para “liberação de deferimento de marca”, taxas que também não existem. As denúncias devem ser feitas no site do INPI no endereço http://www.inpi.gov.br/acesso/ouvidoria-1 Estas fraudes acontecem porque as informações (incluído nome, logomarca e dados do titular) sobre os pedidos de registro de marcas são públicas e estão disponíveis no site do órgão, e infelizmente são utilizadas com má fé por estas empresas fraudulentas. Via assessoria, o INPI explica que não tem responsabilidade de acionar os órgãos de proteção diante das cobranças indevidas, já que a fraude não atinge o instituto e sim as empresas que entram com o processo de registro de marcas. Então fique atento! As taxas federais relativas a registro de marca e publicação na Revista da Propriedade Industrial (RPI) são geradas diretamente no site do INPI (www.inpi.gov.br), através de login pelo no cadastro do titular da marca, este acesso é feito pelo próprio titular ou procurador que gerencia o pedido, ou seja, é preciso gerar e baixar os boletos referente as taxas, o INPI não envia boletos para as empresas, tampouco tem representantes que ligam para empresas informando haver outra empresa prestes a depositar marca idêntica à de qualquer usuário dos serviços de marcas e patentes, tudo é falso. Cair neste golpe é um dos riscos que a pessoa física ou jurídica corre ao fazer registro internamente sem entender o suficiente sobre os procedimentos corretos que envolvem um registro, ou quando não possuem uma assessoria adequada por parte do prestador se serviços que contrataram.
10 de fevereiro de 2017
Sobem pedidos de marcas e desenhos no INPI
Sobem pedidos de marcas e desenhos no INPI
No primeiro mês de 2017, houve aumento no número de solicitações de registros de desenhos industriais (29,1%) e de marcas (10%) no INPI, em relação ao mesmo mês do ano anterior. No entanto, foi verificada queda em pedidos de programas de computador (-41,7%), de contratos de tecnologia (-17,3%) e de patentes (-3,6%). Na comparação com o mês de dezembro de 2016, houve diminuição em todos os tipos de pedidos de direitos de propriedade industrial. As maiores baixas foram em programas de computador (-64,6%) e contratos de tecnologia (-50%), seguidos de patentes (-24,5%), marcas (-12,5%) e desenhos industriais (-8,9%). Quanto às decisões do INPI, em janeiro de 2017 foram concedidas 356 patentes e registradas 11.047 marcas, 264 desenhos industriais, 165 programas de computador e 106 contratos de tecnologia. Estes foram 35,9% maiores que os averbados em dezembro de 2016. Destaque também para as concessões de marcas, com aumento de 21,8%. Já os indeferimentos cresceram 79,6% em desenhos industriais e 21,7% em patentes, na comparação de janeiro de 2017 e dezembro de 2016. O perfil e a evolução dos pedidos por país depositante e de residentes, assim como a o comportamento dos depósitos e decisões do Instituto nos últimos anos, também constam no Boletim Mensal de Propriedade Industrial produzido pela Assessoria de Assuntos Econômicos do INPI. Fonte Portal do INPI
09 de fevereiro de 2017
Regra publicada para informação de lactose
Regra publicada para informação de lactose
A medida abrange alimentos, bebidas, ingredientes, aditivos alimentares e qualquer outro coadjuvante para alimentos. As novas regras para rotulagem de produtos com lactose foram publicadas nesta quinta-feira (9/2). São duas resoluções da Anvisa, a primeira é a RDC 135/2017 que inclui os alimentos para dietas com restrição de lactose no regulamento de alimentos para fins especiais. A segunda é a resolução RDC 136/2017 que define como as informações de lactose devem ser colocadas no rótulo, independentemente do tipo de alimento. Pela nova regra, os fabricantes serão obrigados a informar a presença de lactose nos alimentos. Isso vale para alimentos com mais de 100 miligramas (mg) de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto. Ou seja, qualquer alimento que contenha lactose em quantidade acima de 0,1% deverá trazer a expressão “Contém lactose” em seu rótulo. Limite de lactose Esse limite está baseado em referências técnicas e na experiência de países que adotam a rotulagem de lactose há mais tempo, como Alemanha e Hungria. O limite de 100 miligramas é entendido como seguro para as pessoas com intolerância à lactose. De acordo com avaliação da Anvisa, a rede de laboratórios disponível no Brasil tem capacidade para avaliar a presença de lactose nesses níveis. Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” ou “baixo em lactose” nos casos em que a quantidade de lactose estiver entre 100 mg e 1 g por 100 g ou mililitros do alimento pronto conforme instruções do fabricante. Com as novas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose“, “baixo teor”, ou “contém lactose”. A declaração deve ficar em um local da embalagem que não seja encoberto, que seja removível pela abertura do lacre ou de difícil visualização, como área de selagem e de torção. Rótulos adequados até 2019 Em até 24 meses todos os alimentos disponíveis no mercado deverão atender à nova regra. Esse prazo foi definido com base no tempo que a indústria e seus fornecedores precisam para adequação e também para esgotarem os estoques atualmente existentes. Apenas os estabelecimentos que preparam os alimentos, sejam eles sem embalagens ou embalados no próprio ponto de venda a pedido do consumidor, não estão obrigados a informarem sobre o conteúdo de lactose. O que é lactose? A lactose é o principal açúcar presente no leite de mamíferos. Quando alimentos contendo lactose são ingeridos, este açúcar é processado pela enzima lactase e transformado em glicose e galactose. Na maioria das pessoas, a atividade da enzima lactase diminui após o desmame o que as torna menos tolerante à lactose com o passar dos anos. Os principais sintomas da intolerância são abdominais, como dor e distensão, flatulência, diarreia, náusea, vômitos ou constipação, como resultado da má digestão de lactose. A intolerância é diferente das alergias. Neste último caso as reações do organismo podem ser mais graves e o limite de ingestão não tem como ser definido. Fonte: ANVISA
08 de fevereiro de 2017
Sistema 'lê' pensamento e dá voz a pacientes
Sistema 'lê' pensamento e dá voz a pacientes
O Maravilho Mundo das Inovações ! Pesquisadores suíços construíram um sistema capaz de "ler" os pensamentos de portadores de doenças como a esclerose lateral amiotrófica, que "trancam" a pessoa e a impede de se comunicar, mesmo que a consciência funcione completamente. O dispositivo mede o fluxo de oxigênio no sangue através de uma técnica chamada espectroscopia de infravermelho. Em testes, os pacientes foram questionados sobre coisas básicas e, mesmo sem nenhum movimento, o sistema conseguiu identificar mudanças no cérebro. "A máquina registra o fluxo de sangue e calcula como funcionam as alterações durante o ‘sim’ e o ‘não’. O computador então consegue ter uma ideia, criar um padrão e depois de um tempo conseguimos saber o que o paciente está pensando, percebendo quando ele quer dizer sim ou não. A partir disso, calculamos a resposta”, explica Niels Birbaumer, um dos responsáveis pelo projeto. Segundo o pesquisador, a taxa de sucesso obtida com os quatro participantes em perguntas como “este é seu marido?” foi de 70%. Questionados se eles se sentiam felizes, todos responderam que sim. Fonte: Olhar Digital.
14 de dezembro de 2016
Marca registrada não garante domínio
Marca registrada não garante domínio
A existência de registro de marca perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) não justifica, por si só, a proteção do direito de utilização do nome em ambientes virtuais, devendo ser avaliadas questões como o ramo de atividade das denominações supostamente em conflito e a existência de alto renome de alguma das marcas. O entendimento foi adotado pela 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao negar pedido de cancelamento de registro eletrônico de site por suposto conflito com uma marca de cosméticos. A decisão foi unânime. A ação originária foi proposta pelas empresas do ramo farmacêutico que alegaram ser titulares da marca Paixão, utilizada para comercialização de linha de perfumaria e cosméticos. Porém, outra companhia já havia feito o registro “www.paixao.com.br”, concedido pela Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp). Sob a alegação de ofensa ao seu direito de propriedade, as requerentes pediram o cancelamento do registro eletrônico do domínio. Ramos diferentes: O pedido foi julgado improcedente em primeira instância. O juiz entendeu que o registro de domínio virtual não ofendia outros direitos ou marcas registradas com o mesmo nome, pois elas pertenciam a ramos diferentes. A sentença foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Em recurso especial, as autoras insistiram no argumento de que eram proprietárias da marca Paixão e, dessa forma, tinham direito exclusivo à sua utilização em todo o território nacional. Elas também defenderam o combate à pirataria cibernética, com a repressão da má utilização de nomes ou marcas famosas na web e da venda ou aluguel dos domínios por preços elevados aos titulares dos produtos no mercado. Exceções à exclusividade: O relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, explicou que o direito de uso exclusivo da marca não é absoluto, havendo possibilidades de limitação por princípios como o da especialidade. De acordo com esse princípio, regulado pelo artigo 124 da Lei 9.279/96, a exclusividade do uso de sinal distintivo é possível apenas a produtos ou serviços idênticos, tendo em vista a possibilidade de indução do consumidor a erro. A mesma legislação prevê exceções ao princípio da especialidade, como no caso de marca de alto renome, definida pelo Inpi como aquela reconhecida por ampla parcela do público e de sua flagrante capacidade de atrair os consumidores “em razão de sua simples presença”. “O reconhecimento administrativo da marca como de alto renome (incumbência conferida, exclusivamente, ao Inpi) assegura-lhe proteção em todos os ramos de atividade e não apenas em relação a produtos idênticos, semelhantes ou afins, afastando, assim, o princípio da especialidade”, disse o ministro. Sem prejuízo: No caso julgado, o relator entendeu que o registro virtual do nome “paixão” não trouxe prejuízo às empresas detentoras dos produtos cosméticos, já que a atividade do site de internet — aproximação de pessoas para relacionamentos amorosos — não gera confusão para os consumidores. “Ademais, o referido signo distintivo (‘paixão’) não caracteriza marca de alto renome, a ser protegida em todos os ramos de atividade, o que poderia, em princípio, a depender do caso concreto, justificar a vedação de registro de nome de domínio equivalente. É que tal condição deve ser reconhecida, na via administrativa, pelo Inpi (único órgão competente para tanto), o que não ocorreu”, afirmou o ministro ao lembrar da existência de vários registros do nome “paixão” em segmentos mercadológicos diversos.Fonte Revista Consultor Jurídico.
19 de outubro de 2016
Quando proteger sua marca
Quando proteger sua marca
Quando uma empresa inicia suas atividades, normalmente cria uma marca para identifica-la ou para identificar o seu produto ou serviço junto ao seu público consumidor. Esta marca será importante para que o consumidor faça uma ligação direta entre o produto ou o serviço ofertado e a própria empresa, para que seja estabelecido um elo de fidelidade entre os dois lados. Dentro deste pensamento, seria lógico que esta empresa que inicia suas atividades tomasse um certo cuidado para evitar problemas no futuro, ou seja, que ela fizesse uma verificação da marca pretendida, se existe alguma empresa já utilizando-a, ou se ele corre algum risco em relação a este assunto no futuro. Entretanto, a grande maioria das empresas que iniciam suas atividades deixa para depois este tipo de cuidado. Isso, quando ela resolve tomar alguma atitude em relação à sua marca e a proteção da mesma. Segundo a Serasa Experian, em 2013, foram abertas 1.840.187 empresas no Brasil. Entretanto, segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, tivemos 163.587 marcas depositadas naquele órgão. Se pensarmos que, historicamente, 20% destes pedidos de marca são depositados por empresas estrangeiras, chegaremos a um número próximo de 131.000 marcas depositadas por empresas brasileiras por ano. A disparidade entre a quantidade de marcas depositadas e a quantidade de empresas abertas é uma monstruosidade. Se, ainda formos pensar que uma boa parte destas marcas depositadas por empresas brasileiras foram depositadas por empresas já existentes e não empresas recém criadas, a disparidade aumenta ainda mais. Uma decisão que não deve ser adiada Nos contatos que tenho com empresas iniciantes, startups, empresas individuais, ou qualquer outro tipo de empreendedor, a resposta é quase sempre padrão. A desculpa para tal atitude (ou falta dela) é quase sempre que, neste momento, isso demandaria um investimento que ele não possui, mas que, futuramente, ele tomará os procedimentos necessários. É bem verdade, que a empresa que inicia tem vários tipos de gastos, tais como contadores para abertura de empresa, profissionais até mesmo para a criação do nome ou da logo, investimento em estoque, na reforma de um ponto, na compra de equipamentos, compra de móveis, entre outros. Entretanto, na verdade, tudo indica que não é uma questão financeira, mas, sim, de cultura, e mais, de cultura de desinformação. Qual a importância do registro da marca da sua empresa Como exemplo deste raciocínio, é fácil demonstrar que esta análise inicial não é tão cara como se imagina. Uma análise de viabilidade de uso de uma marca (o que chamamos de busca de marca no mercado) custa de R$ 100 a R$ 1.000,00, dependendo do profissional ou escritório especializado envolvido (lembrando que o mais caro nem sempre tem uma qualidade melhor), mas, em média, podemos dizer que fica mais próximo da parte de baixo do que da parte de cima. E, sendo viável de utilização, o empreendedor poderá fazer uso dela e protege-la, tornando-se exclusivo no mercado, o que sempre facilita a fidelidade do consumidor. A proteção da marca, por sua vez, também não envolve valores extremamente altos. A taxa governamental envolvida para isso gira em torno de R$ 142,00 para microempresas. O custo de um profissional especializado também irá variar muito (como no caso da busca), mas, em média, ficará em torno de R$ 1.000,00 ou até menos. Tudo dependerá do profissional escolhido. Este investimento não é alto, se pensarmos que esta busca e o depósito da marca darão uma tranquilidade ao empreendedor para que ele invista em sua marca e na conquista do seu consumidor potencial. Muitas vezes, nestas conversas com empreendedores, questiono quanto se gasta com a criação de um letreiro que identifique sua loja, ou uma embalagem para acondicionar o seu produto. Evitando problemas futuros Muitas vezes, comparo o registro de uma marca, com o seguro de um carro. Provavelmente, o seguro de um carro custa bem mais caro do que a proteção da sua marca, ainda mais se pensarmos que o seu carro só perde valor, enquanto que sua marca tende a criar cada vez mais valor. Sendo assim, fica claro para o empreendedor que, na verdade, o momento de proteger a sua marca é exatamente no início de tudo. Posteriormente, existe o risco (até grande) de ter que mudar a sua marca, e avisar os seus consumidores da mudança, o que, na minha opinião, geraria um custo muito maior, fora a perda de receita pela confusão e o desconhecimento da nova marca em questão. Portanto, fica aqui a dica. Antes de abrir o seu negócio, tome também cuidado com a sua marca. Assim, você evita problemas e trabalha tranquilo. Fonte: Redação Empreendedores Web
17 de outubro de 2016
Empreendedorismo feminino ganha cada vez mais espa
Empreendedorismo feminino ganha cada vez mais espa
O empreendedorismo feminino cresce a passos largos no Brasil e embora ainda sejam em número menor que os homens, as mulheres mostram que nos negócios não existe sexo frágil. Após conquistarem independência, avanços no mercado de trabalho e subirem degraus na carreira política, as mulheres chegaram no patamar que num passado muito distante era dos homens – eu me refiro ao empreendedorismo. Hoje as mulheres são a maioria da população brasileira, de acordo com o último senso feito em 2013, e tratando-se do ato de empreender são elas que mais abrem negócios, como explica uma pesquisa feita pelo Sebrae entre 2002 e 2012. O número corresponde a 19% no aumento de empreendedoras que surgiram no Brasil nesse período. Entre os homens, o número foi bem menor, apenas 3%. Atualmente as mulheres correspondem a 31% do total de donos de empresas no país. A força feminina no ato de empreender tem chamado atenção em algumas regiões do país, onde empresas estão sendo abertas e elas é que estão administrando. Empreendedorismo feminino pelo mundo Pesquisa feita neste ano pela Global Entrepreneurship and Development Institute, o mesmo responsável pelo Global Entrepreneurship Monitor, o maior estudo sobre empreendedorismo do mundo, avaliou 70 nações ao longo do último ano e revela alguns dados interessantes sobre o empreendedorismo feminino no mundo. Os Estados Unidos aparecem como primeiro colocado, seguidos de Austrália, Reino Unido e Dinamarca. O Brasil ocupa a 55ª posição no ranking atual. Foram avaliados 33 aspectos econômicos e sociais, como igualdade de gêneros, absorção de tecnologia, liderança feminina e aceitação ao risco. Os países, então, ganham notas de 0 a 100. Empreendedorismo feminino ganha força no mundo inteiro Empreendedorismo feminino ganha força no mundo inteiro Durante a votação a nota brasileira foi de 31,1 pontos; Os Estados Unidos, 82,9; e o último colocado, o Paquistão, 15,2. Se formos analisar a posição que ocupa o Brasil é muito pouco para um país em que as mulheres são maioria. De acordo com os dados do IBGE de 2013, viviam no Brasil 103,5 milhões de mulheres, o equivalente a 51,4% da população. O que está sendo analisado não é a alta população de mulheres no país, mas sim a influência delas na sociedade. O resultado da pesquisa é culpa delas? Claro que não! Infelizmente no Brasil algumas políticas precisam mudar e deixar que essas novas empreendedoras possam emancipar-se no mundo dos negócios. Exemplos como a igualização de salários, preconceito, estudo e a evolução dos seus direitos diante de uma sociedade precisam ser revistos. Os princípios do Empoderamento das mulheres precisam avançar e muito em nosso país. Desafio move as mulheres empreendedoras A diretora de operações da agência NAMP!, Ellen Marques, 27, explica como é ser uma empreendedora, como isso agrega responsabilidades e crescimento profissional. “Um empreendedor não tem medo de iniciar projetos. Ele torna-se perseverante, acredita no potencial, além disso, sabe que um fracasso é apenas uma oportunidade de aprender a ser melhor, e não se deixar abalar com isso. Uma pessoa se transforma em empreendedora, pois ela tem ideias inovadoras e desafiadoras, e sabe como implementá-las de forma a realizar um sonho”. Ela respondeu sobre discriminação no âmbito de sua profissão e como soube contornar esse tipo de situação. “ A primeira situação em que passei por isso foi no período em que comecei a aplicar treinamento na área da construção civil, para os colaboradores, que eram todos do sexo masculino, muitos achavam que eu só sabia falar e não tinha competência para agregar valor ao trabalho exercido por eles, mas com a convivência fui demonstrando que os treinamentos só agregava ao trabalho dentro da empresa”, conta. Ellen, finaliza com um conselho para as mulheres empreendedoras do Brasil, “Encontre nos obstáculos que surgirem na realização de um sonho, motivação para construir o degrau do sucesso. Sede perseverante”. Finaliza. Fonte: Empreendedor Web. (Por Josiane Osório).
16 de outubro de 2016
Save the date!!
Save the date!!
A Consolides trás pela primeira vez em Passo Fundo o evento Passarela de Negócios, com o objetivo de contribuir para integrar e motivar o networking entre empresárias e lideranças femininas do local. Participe desta troca de conhecimento significativo e proporcione boas experiências entre as participantes.
26 de agosto de 2016
Consolides presente no III Ciors
Consolides presente no III Ciors
Estamos presentes no III Congresso Internacional de Odontologia do Rio Grande do Sul (Ciors). O evento acontece até amanhã (27) na Faculdade Especializada na Área de Saúde do Rio Grande do Sul (Fasurgs). O congresso conta com palestras, Mostra de Trabalhos Científicos, presença de marcas e expositores.
22 de agosto de 2016
Beacon: o GPS que ajuda sua marca a localizar as m
Beacon: o GPS que ajuda sua marca a localizar as m
Precisão, personalização e praticidade: conheça os beacons, estes pequenos dispositivos de localização via bluetooth que podem fazer grandes coisas pelas suas operações Se você está pesquisando sobre beacons, certamente deve ter ouvido falar deles por aí. E a tendência é que ouça com uma frequência cada vez maior. Porque, embora muito recente, o termo beacon designa um pequeno dispositivo que vem ganhando cada vez mais destaque, sobretudo nas lojas de varejo. E nós não poderíamos deixar de te contar mais sobre uma novidade que pode oferecer várias oportunidades de negócio. O que são exatamente os beacons? A tradução imediata é “farol”. E de fato, os beacons operam como um. Afinal, de acordo com este artigo, um beacon é um minúsculo dispositivo que emite sinais por meio de tecnologia bluetooth low energy, também conhecida como bluetooth 4.0. Os sinais podem ser captados por aplicativos de smartphones e tablets. Desta forma, podem ser interpretados como gatilho para uma determinada ação no app. Assim, esse pequeno dispositivo consegue enviar ofertas altamente personalizadas a esse cliente, tendo como base o histórico com uma marca e a movimentação pelo ponto de venda. Como é que funcionam os beacons? Este artigo do Proxxima dá a palavra a um dos maiores defensores da novidade no Brasil: Sergio Percope, diretor da Pontomobi. De acordo com ele, os beacons trabalham em conjunto com os smartphones dos clientes, que devem estar com Bluetooth ativado – e também devem ter um aplicativo da loja instalado. É o beacon que fala com o cliente, por push notifications. “O aplicativo não precisa estar rodando, mas é nele que estará arquivado todo o histórico do cliente com a loja. E isso, sim, é o que possibilita a oferta de mensagens praticamente individualizadas”, explica Percope. Outro entusiasta dos beacons é Bruno Ruffo, CEO da Kiddo Labs. Ele afirma que, por serem pequenos, utilizarem o bluetooth low energy e por serem extremamente precisos, os dispositivos possibilitam a distinção entre dois sensores a centímetros de distância. “Agora é possível identificar o consumidor que entra na loja, conhecer o seu trajeto ao caminhar pelas seções e apresentar, baseadas em seus hábitos de consumo, ofertas e informações exclusivas para cada produto com uma agilidade impressionante”, diz Ruffo. Qual a diferença desse bluetooth low energy? Em relação ao bluetooth comum, o BLE tem dois grandes diferenciais: o primeiro é que gera ondas de rádio, o que faz com que seja mais poderosa a sua penetração em meios físicos (paredes). E o segundo diferencial é que, como o próprio nome indica, o bluetooth low energy consome bem menos energia – apenas uma fração da bateria dos aparatos. Mas, o beacon não funcionaria como as ações de bluetooth de antigamente? Não, porque a tecnologia do beacon é muito mais personalizável. Ainda mais se você comparar com aquelas antigas ações de grandes lojas,em que elas pediam para que os clientes ativassem o bluetooth mas enviavam ofertas aleatórias, sem base alguma em suas preferências. Afinal, faz muito mais sentido oferecer um rótulo novo de cerveja para alguém que sempre compra a bebida do que para uma senhorinha que só leva vegetais e chás, não? Algum exemplo de como se utiliza um beacon? Como muita gente ainda torce o nariz para a tecnologia, ela ainda não é vastamente utilizada. Mas há exemplos muito bacanas de aplicação de beacons: as lojas Apple, por exemplo. Se o cliente, por acaso, se aproxima da seção de iPhones com um aparelho antigo, o sensor dispara uma mensagem sugerindo o upgrade. Pode-se até realizar a compra pelo próprio celular. Isso em se tratando de varejo, mas há muitos outros usos possíveis para os beacons. O vídeo abaixo mostra algumas dessas aplicações, como um restaurante pode aproveitar da tecnologia, enviando ofertas para clientes e viabilizando o pedido sem que eles tenham que comunicá-lo com os garçons, entre outras (em inglês). O mesmo vale para cafeterias, supermercados, barbearias, tabacarias, farmácias… Enfim, qualquer estabelecimento comercial que queira sofisticar as relações com seus clientes. Outra aplicação possível para os beacons diz respeito à circulação dentro de edificações. Sim, nos lugares onde o GPS não funciona direito, os dispositivos possibilitarão essa geolocalização indoor. Será possível até triangular os sinais para obter um posicionamento exato dentro de um estabelecimento. Já imaginou entrar em um prédio, escola, clube e ter um guia virtual na sua mão para encontrar os lugares que procura? Um outro uso para os beacons se relaciona ao conceito de internet das coisas, que abordamos neste artigo. Muito resumidamente, a internet das coisas é a conexão que se estabelece entre geladeiras, luzes, ar condicionados, televisões e demais aparelhos. Os beacons, assim, agiriam como facilitadores, para configurar um ambiente de acordo com a pessoa que lá está. Fonte: Endeavor.
17 de agosto de 2016
EUA indicia dono de site Kickass Torrents por viol
O dono do site de troca de arquivos Kickass Torrents foi indiciado nos Estados Unidos por infração de leis de direito autoral relacionada à distribuição de mais de 1 bilhão de dólares em filmes, videogames, músicas e outros conteúdos, afirmaram autoridades do país. Artem Vaulim, 30, da Ucrânia, foi preso na Polônia e autoridades norte-americanas querem que ele seja extraditado para enfrentar acusações que incluem conspiração para violação de legislação de direito autoral e para lavagem de dinheiro, segundo advogados disseram em um tribunal distrital de Illinois. Autoridades dos EUA alegam que a Kickass Torrents, que opera em 28 idiomas, tem um valor líquido de mais de 54 milhões de dólares e ilegalmente disponibilizou para download filmes que ainda estão nos cinemas como "Independence Day" e "Procurando Dory". Um dos domínios operados pela Kickass Torrents, Kat.cr, foi o 70o destino mais popular da Internet, segundo a empresa de monitoramento Alexa. Fonte: Uol
10 de agosto de 2016
Consolides participa da 9ª Expotapejara
Consolides participa da 9ª Expotapejara
A 9ª Expo Tapejara encerrou ontem, dia 09. A Consolides Consultoria esteve presente e levou aos visitantes informações sobre a importância do registro de marcas. Além disso, o público pode conhecer uma nova ferramenta que pretende revolucionar a comunicação e a interatividade entre empresas, produtos e pessoas. A TagPoint, mais conhecido como TagPoint Beacon, é um aparelho que envia um conteúdo por sinal de Bluetooth. O aplicativo já está disponível de graça em smartphones ou tablets. Todas as pessoas que têm o app no celular estão aptas para receber conteúdos quando se aproximam de qualquer aparelho TagPoint Beacon no mundo.
09 de agosto de 2016
Consolides participa de palestra sobre o Mundo Dig
Consolides participa de palestra sobre o Mundo Dig
No sábado (06/08), as consultoras Joice Barea e Roberta Monteiro, participaram da palestra do comunicador da Rádio Atlântida, Porã. O evento fez parte da programação da Expo Tapejara que acontece de 05 a 09 de agosto, em Tapejara. Com o tema "Como o novo mundo digital impacta no seu negócio", Porã destacou a importância das empresas estarem presentes nos canais digitais, saber gerar experiências e memória positiva junto ao consumidor, por meio das plataformas digitais. Porã Bernardes é jornalista formado pela PUCRS. Atua na comunicação há 23 anos. Integra a bancada do Pretinho Básico, além do Programa do Porã na Rede Atlântida e é Mestrando em Design Estratégico pela Unisinos.
02 de agosto de 2016
Taylor Swift declara guerra ao YouTube
Não é só no Brasil que músicos e artistas estão insatisfeitos com o YouTube. Taylor Swift também acaba de declarar guerra à plataforma de vídeos. A artista, que já encarou a Apple de frente venceu, agora se junta a outros nomes da indústria da música para criticar duramente o repasse de direitos autorais feito pelo Google, ainda que sem citar o YouTube nominalmente. Uma carta aberta assinada por Taylor Swift, U2, Paul McCartney e outros foi enviada ao Congresso norte-americano contra o Digital Millennium Copyright Act (DMCA), lei de proteção dos direitos autorais que estaria prejudicando os artistas e favorecendo o YouTube. De acordo com a carta, “essa lei foi escrita e aprovada em uma era que está tecnologicamente ultrapassada em comparação com a era em que vivemos. Ela permitiu que grandes empresas de tecnologia crescessem e gerassem lucros colossais (…) enquanto o faturamento de compositores e artistas continua a diminuir. O consumo de música disparou mas o dinheiro recebido por escritores individuais e artistas por esse consumo afundou”. Embora o YouTube não seja citado diretamente no conteúdo da carta aberta, seu organizador, o produtor musical Irving Azoff, mirou na plataforma de vídeos do Google. Em entrevista, ele incitou as gravadoras a se aliarem contra o serviço: “se você é um dos grandes selos, e você continua a fazer negócios com o YouTube da forma que você vem fazendo atualmente, isso é um mau sinal para todas as pessoas que assinaram aquela carta”. Universal Music, Sony Music e Warner Music também são signatárias da carta aberta. Fonte: Código Fonte
26 de julho de 2016
Patente da Samsung revela carregador sem fio "2 em
Patente da Samsung revela carregador sem fio
A Samsung quer ter certeza de que todos os seus produtos Galaxy caberão perfeitamente em um novo carregador sem fio da companhia. Esse é um dos principais conceitos por trás de uma patente para um carregador sem fio com três diferentes design. Ao invés de uma base redonda e achatada que a Samsung já vende, as novas criações são maiores e mais altas, no caso. O objetivo é que um mesmo dispositivo carregue um telefone ou tablet ao lado de um smartwatch. O registro de patente foi publicado recentemente no escritório de patentes dos Estados Unidos depois da companhia sul-coreana submetê-la para aprovação em janeiro. Ainda não se sabe se a tecnologia já se encontra sob testes nos escritórios da companhia ou mesmo se a Samsung irá revelar um novo carregador wireless quando apresentar o seu Galaxy Note 7. De qualquer forma, saberemos em breve, assim que a Samsung anunciar seu mais novo aparelho (e possivelmente mais novidades) em 2 de agosto. A Samsung é uma das principais companhias que tem impulsionado tecnologias para carregamento sem fio de baterias, vendendo seu próprio pad que foi dado como uma promoção inicial quando o Galaxy S7 e S7 Edge foram colocados no mercado. Para a Samsung, carregadores sem fio são um diferencial para a linha de smartphones da companhia, já que nem todos os telefones top de linha de outras fabricantes incluem carregamento wireless. Fonte: Terra
19 de julho de 2016
Distribuidora de veículo é condenada por uso indev
Distribuidora de veículo é condenada por uso indev
A 4ª turma do STJ negou recurso interposto por distribuidora de veículos condenada por uso indevido de marca de película automotiva Insulfilm. A distribuidora de veículos divulgou promoção na qual oferecia aos consumidores a aquisição de automóveis com a película escurecedora de vidros, identificada na publicidade com a marca Insulfilm, embora o produto utilizado fosse de empresa concorrente. distribuidora alegou o fenômeno da degeneração da marca, no qual o termo designativo, após alcançar alto renome, acaba por se confundir com o próprio produto. Mas o relator, ministro Luis Felipe Salomão, entendeu por manter a decisão do tribunal de origem. Ele reconheceu que há uma inclinação da jurisprudência do STJ em afastar a existência de ilicitude na utilização de marcas com expressões genéricas, comum e vulgar. Todavia, no caso apreciado, por força da Súmula 7 do STJ, que impede a reapreciação de provas em recurso especial, seria impossível concluir pela vulgarização da marca Insulfilm. "Não é possível, como pretende o recorrente, constatar o fenômeno da degeneração nesta via recursal, pois não é possível extrair dos argumentos utilizados pelas instâncias ordinárias todos os fundamentos fáticos capazes de levar esta Corte Superior a afastar a distintividade da expressão Insulfilm." O relator destacou ainda a conclusão das instâncias ordinárias no sentido de que a publicidade induzia o consumidor a erro, dando a falsa expectativa de que a película que seria instalada no veículo seria aquela produzida pela Insulfilm. Salomão citou, ainda, a jurisprudência do STJ, que tem o entendimento no sentido de que, em se tratando de direito de marcas, o dano material pode ser presumido, pois a violação é capaz de gerar lesão à atividade empresarial do titular, como o desvio de clientela e a confusão entre as empresas. Fonte: Migalhas
15 de julho de 2016
JF anula registro de marcas que imitavam biscoito
JF anula registro de marcas que imitavam biscoito
O juiz Federal Eduardo Brandão de Brito Fernandes, da 25ª vara do RJ, declarou a nulidade do registro das marcas “ALVES NÉRO” e “ALVES NÉRO CHOCOLATE” pela semelhança com a marca OREO. O registro foi contestado pela Kraft Foods, fabricante da OREO, porque a empresa brasileira fabricou biscoitos com o mesmo sabor e as vendeu em embalagens muito semelhantes às da OREO. O registro foi conhecido pelo INPI, o qual alegou que as marcas não se confundem nos aspectos fonético, gráfico e ideológico. A Diretoria de Marcas do Instituto concluiu em seu parecer que a impressão visual das marcas em cotejo é absolutamente diversa, afastando a possibilidade de confusão. Em sua decisão, o magistrado pontuou ambos os produtos se situam no mesmo segmento mercadológico (comércio de biscoitos recheados) e que são vendidos nos mesmos estabelecimentos comerciais (mercearias e supermercados), situando-se lado a lado nas prateleiras, “podendo induzir o consumidor médio a erro, dúvida ou confusão”. Fonte: Migalhas
07 de julho de 2016
Dicas para escolher um bom nome para sua empresa
Dicas para escolher um bom nome para sua empresa
A decisão por empreender traz muitas dúvidas: o que vender? Para quem? Com que preço? Mas, entre os primeiros dilemas há um que ganha disparadamente: a escolha do nome ou da marca para a empresa. Afinal, que caminho seguir? Publicidade A resposta para essa questão não é exata. Mas podemos dar algumas dicas para acertar na primeira escolha fundamental da sua empresa. Se avaliamos as marcas mais valiosas do mundo, como Apple e Google, por exemplo, é possível perceber que não dizem muita informação, mas trazem algo em comum: a simplicidade, tanto no uso de uma palavra única, fácil de falar e escrever, como na identidade visual. Claro que você pode escolher o seu sobrenome ou fazer uma homenagem a algum parente, mas isso fará sentido apenas para a sua família e não para o mercado e os clientes que você deseja conquistar. Então, liste nomes que transmitam o que você busca comercializar! Claro que se falarmos de consultoria, advocacia e outros serviços prestados por profissionais autônomos, vale usar o nome e sobrenome, sim, pois são negócios ancorados na reputação e conhecimento dos sócios. Nesse caso, a marca é você. Além de pensar em simplicidade, outra dica é avaliar os planos de crescimento. Deseja vender fora do Brasil também? Então, vale a pena desenvolver sugestões de nomes e marcas que consigam ser lidos, entendidos e falados em outros países. Ao listar os nomes que mais agradam, faça uma rápida pesquisa para ver se já não são usados em outros negócios, nomes de cidades, nichos diferentes do mercado etc. Busque ser exclusivo! Depois de escolhido o nome, pense em uma frase que diga o que a sua empresa faz e nos seus diferenciais. Esse posicionamento pode e deve ser usado juntamente com a marca, para reforçar os atributos da empresa. Tudo isso resolvido chega a hora de desenvolver a identidade visual, com uma logomarca também simples, que possa ser usada com o nome em qualquer tipo de superfície (como fachadas, placas, embalagens, e-mail marketing etc.), independentemente da cor, e que possa ser aplicada verticalmente e na horizontal (lembre-se que o topo do seu site e as páginas no YouTube e Facebook pedem tamanhos diferentes e a sua marca precisa funcionar nessas vitrines). Em todos os casos, escolhido o nome e desenhada a marca, registre tudo no INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial – para que, de fato, a marca seja de sua propriedade e outras empresas não possam usar. Mais que a escolha da marca, o importante é como você vai construí-la. Cuide do nome da sua empresa como um dos maiores ativos que você tem. Aplique a marca corretamente, para garantir que os clientes irão percebê-la sempre da melhor forma, faça campanhas, invista em papelaria, site, páginas nas redes sociais, embalagens e no que mais puder para divulgar a sua marca e boas vendas! Fonte: Exame
07 de julho de 2016
Consolides presente na Feira Brasileira do Varejo
Consolides presente na Feira Brasileira do Varejo
As consultoras, Joice Barea Melo e Roberta Monteiro, participam entre os dias 6 a 8 de julho da Febravar (Feira Brasileira do Varejo), no Centro de Eventos do BarraShoppingSul, em Porto Alegre. O evento em sua 4ª edição é um dos principais eventos o setor. A feira reúne fornecedores e lojistas em um só espaço, permitindo a interação e a formação de novas parcerias e negócios. Paralelo à exposição, acontece o Congresso Brasileiro do Varejo. Veja algumas fotos do evento:
05 de julho de 2016
McDonald’s conquista direito sobre as marcas ‘Mac’
McDonald’s conquista direito sobre as marcas ‘Mac’
O McDonald’s ganhou uma ação em uma corte europeia proibindo outra empresa de utilizar qualquer combinação com os prefixos “Mac” o “Mc“ para vender alimentos ou bebidas. A decisão foi tomada depois de a gigante do fast-food tentar barrar a Future Enterprises, de Cingapura, de registrar a marca “MacCoffee” na União Europeia. Na apelação da Future Enterprises, a corte decidiu nesta terça-feira que o uso da marca “MacCoffee” se aproveitaria injustamente da reputação das marcas registrados do McDonald’s. A corte considera que o público em geral considera que “Mac” e “Mc” é quase a mesma coisa e poderia fazer uma relação entre os produtos da empresa de Cingapura e a marca da gigante americana. A Justiça também afirmou que os alimentos e bebidas vendidos em cada uma das empresas poderiam até ser diferentes, mas que é provável que sejam encontrados em redes de fast-food. Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/negocios/mcdonalds-conquista-direito-sobre-as-marcas-mac-mc-na-ue-19646449#ixzz4JO3SVEeH © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. Fonte: O Globo
01 de julho de 2016
Apple patenteia tecnologia que impede pessoas de f
Apple patenteia tecnologia que impede pessoas de f
Ter de assistir a um show através da tela do telefone de outra pessoa pode em breve se tornar uma coisa do passado. Isso porque a Apple está trabalhando em uma tecnologia que desabilitaria a funcionalidade da câmera de smartphones para fotos e vídeos em eventos. A empresa recebeu, nesta quarta-feira, uma aprovação do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos para uma patente que solicitou em 2009, referente às câmeras de seus celulares e a interação dos aparelhos com sinais infravermelhos. Segundo explicou a "Pitchfork", " em alguns casos, o aparelho poderia usar os dados de infravermelho para mostrar ao usuário informações relacionadas a um objeto próximo, como uma obra exposta em um museu. Em outros, usaria a tecnologia para desabilitar funções de gravação do aparelho. Em um exemplo, a patente inclui uma ilustração de uma banda tocando no palco enquanto a tela da câmera mostra o texto 'GRAVAÇÃO DESABILITADA' Enquanto a tecnologia pode ser usada para evitar a violação de direitos autorais, também poderia aparecer como uma vantagem adicional para melhorar a experiência de ir a um show (para aqueles que estão lá só pela música, claro). É o próximo passo lógico para os editores de música, que, recentemente, conquistaram a possibilidade de escanear automaticamente — e deletar — vídeos do YouTube e do Facebook no combate a crimes contra os direitos autorais. Vale lembrar que a Apple registra centenas de patentes por ano, e muitas delas sequer são utilizadas na prática. O "Independent" tentou contato com a empresa sobre este caso específico, mas não obteve resposta. Fonte: O Globo
30 de junho de 2016
STJ julga direitos autorais de Millôr Fernandes em
STJ julga direitos autorais de Millôr Fernandes em
O STJ irá se debruçar nesta quinta-feira, 23, sobre um interessante e aparente conflito: a disponibilização de acervos dos meios de comunicação na internet versus o direito autoral dos colaboradores. Trata-se de ação ajuizada pelo jornalista, chargista e escritor Millôr Fernandes contra a editora Abril. A demanda tem como pano de fundo o projeto Acervo Digital Veja 40 Anos, lançado em 2009, por meio do qual o hebdomadário disponibilizou, de forma gratuita na internet, toda sua obra, desde a sua primeira edição em 1968. O processo foi incluído na pauta da 3ª turma. O relator é o ministro João Otávio de Noronha. Ao ajuizar a ação, Millôr alegou que a então nova forma de divulgação teria violado seus direitos autorais, pois ele nunca autorizou a prática. A Editora, por sua vez, defendeu a inexistência do dever de indenizar, já que os periódicos nos quais aparecem os trabalhos do autor seriam obras coletivas. Em 1º grau, o pedido foi baldado, ao argumento de que não seriam outras ou novas obras criadas ou modificadas pela editora, mas as mesmíssimas pelas quais o autor foi pago para produzir seus trabalhos intelectuais. O TJ/SP, entretanto, reformou a decisão, por entender que se tratava de "uma nova utilização da obra a exigir, por óbvio, nova autorização e nova remuneração". Levando o caso ao STJ, a Editora Abril afirma que o projeto Acervo Digital Veja 40 Anos presta um serviço de utilidade pública ao disponibilizar para a população em geral, de forma gratuita, a biblioteca da revista. Na ocasião, conforme indica, iniciou-se uma tendência que passou a ser seguida por outros periódicos mundo afora. Segunda a editora, o direito do autor, assim como outros que contribuíram com a produção da revista, está respeitado e garantido, mas o direito individual de quem contribuiu com a obra coletiva não se confunde com o direito da Editora Abril, titular exclusiva da revista Veja. Na perspectiva da recorrente, assim como o leitor pode hoje ir a uma biblioteca e consultar fisicamente qualquer exemplar da revista, também é possível acessar o site e ler a mesma edição. Ambas com as mesmas publicidades, reportagens e artigos publicados. A propósito, percebe-se que Editora também não está cobrando do anunciante novo valor por disponibilizar o anúncio que foi feito na revista física, ao reproduzi-la de forma online. Aliás, todo o conteúdo disponibilizado pela revista é gratuito, sendo possível acessar o acervo digital mediante um simples cadastro (clique aqui e comprove). Após concluída esta etapa, o internauta tem à disposição toda e qualquer revista Veja publicada entre 1968 e 2016, na íntegra, tal e qual a original. Ainda quanto aos argumentos da Abril, tendo em vista que as edições foram disponibilizadas de forma integral, não cabe indenização ao Filósofo do Meyer, o que só se cogitaria em caso de exploração comercial individual de sua contribuição, o que, conforme facilmente se percebe, não ocorreu. Fonte: Migalhas
23 de junho de 2016
As 15 marcas de sorvete mais vendidas do mundo
O ranking mostra as 15 marcas do ramo com as maiores vendas globais em 2015 - além da previsão de vendas em 2016. A Unilever domina a lista, produzindo 8 dos 15 sorvetes mais populares (e 22% do mercado). A Nestlé é outra empresa que se destaca no ranking. Na lista, muitas marcas são bem conhecidas dos brasileiros, como Magnum, Cornetto e Ben & Jerry's. Já outras, são bem desconhecidas e podem ser encontradas em poucas prateleiras de lojas especializadas. O mercado de sorvetes está entre os mais lucrativos da indústria alimentícia, de acordo com o IBISWorld. A sobremesa fica à frente de doces, cereais e snacks, por exemplo. Nos últimos anos, o mercado gobal cresceu, enquanto os EUA diminuíram seu consumo. China, Brasil e outros mercados emergentes respondem por cerca de 2/5 do mercado. Fonte: Exame
20 de junho de 2016
Cerveja Budweiser muda seu nome para America
Cerveja Budweiser muda seu nome para America
A cerveja Budweiser passará a se chamar America. A mudança radical no branding, contudo, é temporária. Publicidade A marca America será usada durante as Olimpíadas e também durante as eleições presidenciais americanas. A mudança já foi requerida ao Alcohol and Tobacco Tax and Trade Bureau, nos Estados Unidos, e aprovada. A A-B InBev disse que as latas e garrafas ganharão o nome America em uma edição limitada a partir de 23 de maio. A novidade ficará para as Olimpíadas e acaba em novembro, junto com as eleições. A marca patrocina o time olímpico dos EUA. A agência Jones Knowles Ritchie, de Nova York, cuidou do redesign da lata. Já a Anomaly é a agência responsável pela conta da Budweiser. Patriotismo A mudança faz parte de uma estratégia de marketing um tanto focada no patriotismo. O mote será "America is in Your Hands", criando um efeito bem interessante: America, literalmente, nas suas mãos. Em 1º de junho, a primeira campanha nacional com a nova marca irá ao ar nos EUA. A lata ainda ganhou outros dizeres patrióticos. Para começar, a embalagem traz a frase em latim "E Pluribus Unum", o lema americano que significa "De muitos, um". Outra frase representando a união americana é "Indivisible since 1776": "indivisível desde 1776" (ano da independência do país). Por fim, há o dizer "from the redwood forest to the Gulf stream waters this land was made for you and me": "da floresta de sequoias às águas Corrente do Golfo, esta terra foi feita para você e para mim". Fonte: Exame
16 de junho de 2016
Google supera Apple como marca mais valiosa do mun
Google supera Apple como marca mais valiosa do mun
Londres - O Google superou a Apple na lista das marcas mais valiosas do mundo que foi publicada nesta terça-feira (data local) pela empresa de consultoria Millward Brown, ao alcançar um valor de US$ 229,198 bilhões. O Google aumentou em 32% seu valor em relação à lista de 2015, enquanto a Apple retrocedeu 8%, para US$ 228,460 bilhões, e caiu para a segunda colocação. Publicidade "A inovação contínua, o aumento das receitas procedentes da publicidade e o crescimento do negócio na nuvem contribuíram para que o Google substitua a Apple no posto número um", afirmou em comunicado a empresa de consultoria, filial da empresa de publicidade WPP. A Millward Brown publica desde 2006 a chamada lista BrandZ, na qual a Microsoft voltou a ficar com a terceira posição (US$ 121,824 bilhões), e a companhia de telecomunicações AT&T com a quarta (US$ 107,387 bilhões). A Millward Brown considera que foi um ano "estável para a marcas mais potentes do mundo", dadas as "pressões econômicas mundiais", como a desaceleração da China. A empresa de consultoria ressalta que as marcas que mais inovaram e souberam "mostrar suas inovações aos consumidores" foram Google, Amazon - na sétima posição, com um valor de US$ 98,988 bilhões - e Facebook - em quinto, avaliado em US$ 102,551 bilhões. "As marcas que mais crescem, independentemente do setor ao qual pertençam, são as que propõem desafios e que adotam modelos e mentalidades transgressoras", expressou em comunicado o diretor da empresa de consultoria, David Roth. "São marcas que estão fazendo cambalear os alicerces de outras categorias com inovações que vão além de produtos e tecnologias novas, por exemplo transformando a forma como se presta um serviço, melhorando a experiência do consumidor ou mudando o formato", acrescentou Roth. Fonte: Exame
14 de junho de 2016
Roberto Carlos processa corretor por usar seu prór
Roberto Carlos processa corretor por usar seu prór
O cantor Roberto Carlos entrou na Justiça contra Roberto Carlos Vieira, um corretor de imóveis de Vila Velha, no Espírito Santo, que utilizava seu nome de batismo para trabalhar. O cantor possui desde 2011 uma incorporadora chamada Emoções, e desde 2009 o registro da marca 'Roberto Carlos' no ramo imobiliário. Por meio da Editora Musical Amigos Ltda, ele entrou com uma liminar pedindo que Vieira suspendesse o uso do nome 'Roberto Carlos' em seus meios de divulgação, como site e cartões telefônicos, sob pena de uma multa diária de R$ 1 mil. O E+ entrou em contato com o corretor, que por receio de arcar com mais problemas jurídicos, pediu para que falássemos com seu advogado, Sebastião Arone. De acordo com o advogado, os meios de divulgação de seu cliente foram retirados do ar assim que a notificação foi recebida, mas a multa continua sendo aplicada. De acordo com ele, seu cliente trabalhava como pessoa física desde meados de 2006, ou seja, anos antes da criação da Emoções, e não possuía empresa constituída. "Ele teve de fechar o escritório, o telefone está no nome próprio e não pode divulgar... Parou de trabalhar e está fazendo bicos para sobreviver. As três filhas, que faziam faculdade particular, tiveram que parar o curso. Agora ele pôs o apartamento à venda para poder pagar as dívidas", afirmou Arone. Questionado se pretende entrar com um processo por danos morais após o resultado do processo, ele foi enfático: "Com certeza". No ano passado, algo semelhante ocorreu na cidade de Conde, na Paraíba, quando uma empresa do setor imobiliário que também possuía o nome de Roberto Carlos foi alvo de um processo parecido. Porém, a Justiça considerou o caso como improcedente. O E+ também teve acesso a uma conversa entre os advogados de ambas as partes na qual o representante da empresa do cantor admitiu que a empresa pertence a Roberto Carlos, tendo também como sócio Erasmo Carlos. Procurada, a assessoria do cantor afirmou que não possui nota oficial a respeito do caso. Disse também que quem está processando Vieira é a empresa detentora dos direitos da marca, e não o cantor Roberto Carlos como pessoa física. A história causou diversos comentários nas redes sociais, em sua esmagadora maioria contrários ao cantor. Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios